Hoje é 6 de março de 2026 02:28

Temperatura pode passar dos 40 ºC em Goiás, com baixa umidade do ar

Em Goiânia, termômetros podem atingir os 37 ºC de acordo com o Inmet; umidade relativa do ar pode cair para 10%
Além do forte calor, umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 20%, podendo chegar a 10% na capital, patamar considerado de alerta máximo // Foto: arquivo

Goiás enfrenta uma onda de calor severa com temperaturas podendo atingir 41 °C nesta semana, especialmente nas regiões Norte e Oeste do estado. Em São Miguel do Araguaia, noroeste goiano, os termômetros devem registrar os valores mais elevados, enquanto em Goiânia o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê máxima de 37 °C. A umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 20%, podendo chegar a 10% na capital, patamar considerado de alerta máximo.

De acordo com André Amorim, gerente do Cimehgo, “uma massa de ar quente e seco forma um verdadeiro bloqueio, dificultando o avanço de frentes frias”. Essa condição climática explica as temperaturas elevadas e a baixa umidade registradas em todo o estado.

O especialista alerta para o risco alto de incêndios em vegetações: “Infelizmente, as pessoas estão colocando fogo em tudo que aparece pela frente de vegetação mais seca. Isso é muito complicado”.

A amplitude térmica impressiona em diferentes regiões: enquanto o Sudeste do estado pode registrar 17 °C ao amanhecer, o Oeste atinge 41 °C à tarde. Cidades como Porangatu, Nova Crixás e Araguapaz devem manter temperaturas próximas de 40°C durante toda a semana. Na região metropolitana de Goiânia, incluindo Senador Canedo e Bela Vista de Goiás, a previsão é de céu limpo, tempo firme e máxima de 37 °C.

O cenário exige cuidados especiais da população. Especialistas recomendam hidratação constante, uso de soro fisiológico nas narinas e olhos, alimentação leve com frutas e legumes, além de evitar atividades físicas entre 10h e 16h.

“É importantíssimo as pessoas estarem cuidando da saúde e da hidratação, além do uso racional da água porque os mananciais estão com os níveis mais baixos”, reforça André Amorim.

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