O Sebrae Goiás apresentou um estudo inédito que coloca em foco um dos setores mais dinâmicos da economia: o mercado de adquirência, responsável por viabilizar pagamentos eletrônicos no comércio e nos serviços. O material foi desenvolvido em parceria com a Associação Goiana da Micro e Pequena Empresa (AGPE) e busca oferecer aos pequenos negócios uma visão prática sobre como lidar com taxas, serviços e as novas ferramentas digitais que já fazem parte da rotina do consumidor.
De acordo com o levantamento, o setor movimentou mais de R$ 4,1 trilhões somente no primeiro semestre de 2024, impulsionado pelo uso crescente de cartões, Pix e carteiras digitais. Essa transformação não apenas mudou os hábitos de compra, mas também abriu novas possibilidades de gestão e competitividade para quem empreende.
“O estudo traduz informações complexas em orientações acessíveis para o empreendedor. Nosso objetivo é que o pequeno empresário consiga escolher a melhor solução de pagamento, reduzir custos e aproveitar os dados de vendas para melhorar sua gestão”, explica Francisco Lima Júnior, gerente da Unidade de Gestão Estratégica (UGE) do Sebrae Goiás.
Composto por nove capítulos, o documento percorre desde os conceitos básicos do setor até tendências globais, passando por temas como o impacto do Pix, o avanço das fintechs e o papel da inovação na ampliação da concorrência. Além da análise de mercado, a publicação dedica espaço a recomendações práticas para ajudar o empresário a transformar os meios de pagamento em aliados do crescimento do negócio.
A analista da UGE, Polyanna Marques Cardoso, reforça que a proposta é oferecer um conteúdo útil e direto: “Pensamos em um material que ajude o pequeno empresário a tomar decisões estratégicas no dia a dia e enxergar oportunidades que muitas vezes passam despercebidas”, pontua.
O relatório já está disponível gratuitamente em versão digital no site do Sebrae Goiás e será a base para futuros produtos da instituição, como oficinas, palestras e consultorias voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios no Estado.
