Hoje é 6 de março de 2026 01:12

Prefeitura de Anápolis cria programa para levar serviços sociais aos bairros

Trabalho utilizará unidade móvel e equipe multidisciplinar para ampliar acesso ao CadÚnico, benefícios e atendimentos básicos, priorizando famílias em situação de vulnerabilidade
A proposta é reduzir barreiras de acesso e evitar que moradores precisem se deslocar até unidades fixas para obter atendimento // Foto: Paulo de Tarso

A Secretaria Municipal de Assistência e Políticas Sociais de Anápolis lançou, nesta quinta-feira (26/2), o Programa Elo Itinerante, iniciativa que pretende descentralizar o atendimento socioassistencial e levar serviços públicos diretamente às comunidades com menor cobertura da rede municipal. O anúncio foi feito durante evento no Centro Administrativo Adhemar Santillo, marcando o início de uma estratégia que busca aproximar o poder público das famílias em situação de vulnerabilidade.

Com o slogan “O Social de Ponta a Ponta”, o programa contará com uma van equipada e uma equipe multidisciplinar que vai percorrer diferentes regiões da cidade, oferecendo orientação, cadastramento em programas sociais, atualização de dados e encaminhamentos para áreas como saúde, educação e assistência. A proposta é reduzir barreiras de acesso e evitar que moradores precisem se deslocar até unidades fixas para obter atendimento.

De acordo com a secretária municipal e primeira-dama, Carla Corrêa, o modelo tradicional já não atende à demanda de uma cidade com mais de 400 mil habitantes.

“Hoje temos apenas quatro CRAS e percebemos que esse formato tem se tornado ineficiente. Precisamos ir até as pessoas, identificar as necessidades e garantir que elas tenham acesso aos direitos básicos”, afirmou.

Meta é ampliar o Cadastro Único no município

Outro foco do Elo Itinerante é ampliar o alcance do Cadastro Único, porta de entrada para benefícios sociais. Segundo a gestão, o município possui atualmente cerca de 1,7 mil pessoas cadastradas, número considerado abaixo do potencial estimado por projeções federais, que indicam a existência de até 30 mil cidadãos aptos aos programas.

A expectativa é que a atuação móvel permita um diagnóstico mais preciso da realidade local, fortaleça vínculos comunitários e torne o atendimento mais ágil, humanizado e eficiente.

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