Hoje é 21 de fevereiro de 2024 04:57
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Câmaras de Goiânia e Aparecida retomam sessões nesta terça-feira

Projetos polêmicos e período pré-eleitoral devem esquentar o debate político nas casas legislativas das duas maiores cidades do estado
Em Goiânia, as sessões plenárias serão retomadas com presença do prefeito Rogério Cruz, que busca manter apoio à sua gestão em ano eleitoral // Foto: arquivo

Com o fim do recesso parlamentar, as Câmaras Municipais de Goiânia e de Aparecida de Goiânia retomam as sessões ordinárias nesta terça-feira (6/2), com expectativa de debates acalorados. As duas casas legislativas devem votar projetos importantes para os municípios, mas o clima também deverá ser influenciado pelo período pré-eleitoral, especialmente porque os prefeitos das duas cidades são candidatos à reeleição.

Em Goiânia, o prefeito Rogério Cruz (Republicanos) participa, às 9 horas, da solenidade de abertura dos trabalhos na Câmara Municipal e aposta no diálogo com os vereadores. Apesar de ter maioria, volta e meia ele enfrenta dificuldades em aprovar projetos.

“Este é um ano intenso, em que temos muito para entregar para a cidade e para a população. Vamos continuar atuando em conjunto para construir uma cidade cada vez melhor”, afirma Cruz.

Na pauta, uma matéria especialmente interessa ao Executivo: a votação do projeto de lei que autoriza o município a contrair empréstimo de R$ 710 milhões. Outro projeto pede autorização para venda de 48 áreas públicas avaliadas em R$ 81 milhões.

A primeira sessão do Legislativo está prevista para começar às 9h desta terça-feira, com transmissão pela TV Câmaragyn.

Também em Aparecida de Goiânia a Câmara Municipal retoma as sessões legislativas na próxima terça-feira (6/2), após o recesso parlamentar. Apesar de o prefeito Vilmar Mariano sinalizar não ter mais urgência na aprovação, encontra-se em trâmite no Legislativo o projeto de lei complementar da reforma administrativa, que cria e desmembra algumas secretarias e também cria cargos na estrutura da prefeitura.

A matéria foi enviada pelo prefeito à Câmara em meados do ano passado, mas não andou devido a questionamentos do presidente da casa, vereador André Fortaleza (MDB).

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