Hoje é 21 de fevereiro de 2024 11:39
Hoje é 21 de fevereiro de 2024 11:39

Influenciadora digital é presa em Goiânia por participação em homicídio

Além dela, outras três pessoas foram presas; polícia explicou que influencer teria se beneficiado financeiramente de um esquema de tráfico do qual o ex-namorado participava

A influenciadora digital Yeda Freitas foi presa nesta quinta-feira (18/5), por policiais da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH). A prisão aconteceu durante a Operação Omertà, que investiga um assassinato que aconteceu em 2022, em Goiânia.

Além da influencer, outras três pessoas também foram presas: Mateus Barbosa da Silva, José Camilo Pereira Bento e Antônio Luiz de Souza Filho, que é conhecido como Toinzinho e é namorado de Yeda.

De acordo com a Polícia Civil, Douglas Henrique Silva foi morto no dia 14 de março de 2022, na Rua Anchova, Jardim Atlântico. A polícia explicou que Yeda se beneficiava financeiramente de um esquema de tráfico do qual o ex-namorado participava.

Ainda de acordo com a polícia, para deixar de pagar uma dívida, o namorado dela havia armado uma “emboscada” para a vítima, que ela é suspeita de ter participado.

A prisão foi decretada pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia.

Segundo o delegado Carlos Alfama, a influenciadora e o ex-namorado dela ostentavam uma vida de luxo com viagens e carros. Em seu perfil, por exemplo, além de vídeos de dancinhas, Yeda também publicava fotos em viagens.

Nas redes sociais, a influencer possui mais de 33 mil seguidores. Ela também afirma ser natural de Goiânia e mãe de gêmeos.

O nome da operação, Omertà, é um código de honra, sustentado por um forte sentido de família, usado entre organizações mafiosas do sul de Itália. No fundo, trata-se de um voto de silêncio que faz com que os mafiosos protejam outros elementos do grupo, impedindo-os de colaborar com as autoridades.

Até o fechamento desta matéria, a defesa de Yeda Freitas não havia se manifestado sobre o caso. As defesas dos outros suspeitos também não se posicionaram sobre o caso.

A divulgação da imagem e identificação dos presos foi precedida nos termos da Lei nº. 13.869/2019, portaria n.º 02/2020 – PC, Despacho do Delegado Geral, n.º 000010828006 e Despacho DIH/DGPC- 09555 dos responsáveis pela investigação, fundamentada na possibilidade de surgimento de testemunhas que auxiliem no esclarecimento do crime em tela.

Compartilhar em:

Notícias em alta