Hoje é 22 de fevereiro de 2024 04:44
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Mãe de Thaís Lara, que teria sido morta por Reidimar, pede justiça: ‘Que ele pague o que fez’

Polícia encontrou, nesta quarta-feira, restos mortais em local indicado pelo servente de pedreiro; Polícia Científica tenta descobrir se o corpo é de Thaís Lara, que desapareceu em 2019, aos 13 anos de idade

A mãe de Thaís Lara, desabafou após a polícia encontrar um corpo, nesta quarta-feira (11/1), que pode ser o da filha. Segundo a PC, uma perícia será feita para confirmar se o corpo é de Thaís Lara.

Após dois meses de prisão, pela morte da menina Luana Marfelo, em novembro de 2022, o auxiliar de pedreiro Reidimar Silva, 31 anos, também confessou ter matado a adolescente Thaís Lara em 2019.

“Não é fácil para uma mãe. A esperança era ela estar viva, mas como disse que foi ele, só quero que ele pague o que ele fez”, disse Jacione da Silva, mãe de Thaís.

O corpo foi encontrado após Reidimar pedir uma Bíblia a um agente da Polícia Penal de Goiás e confessar o crime. Ele disse, durante a confissão, que não estuprou Thaís Lara e que a matou por enforcamento.

A avó de Thaís, Maria Rita Carneiro, disse que chora todos os dias depois do sumiço da neta.

“Depois do caso da Luana, eu acreditei que ela não estava mais viva. Todos estamos chorando muito, eu choro desde quando ela sumiu, agora mais ainda”, disse Maria.

A adolescente Thaís Lara desapareceu quando tinha 13 anos, em agosto de 2019, após sair para ir a uma feira. Ela também morava no Madre Germana II, mesmo bairro que Luana Marcelo foi encontrada morta em novembro do ano passado.

A investigação do desaparecimento de Thaís foi reaberta após o corpo de Luana ser encontrado enterrado na casa dele. 

À época, a Polícia Civil informou que via situações similares no desaparecimento das duas adolescentes, como, por exemplo, a idade entre elas. Ao ser questionado, Reidimar chegou a negar que tinha cometido o crime.

“Ele confirmou que realmente conhecia a vítima Thaís Lara ali do setor onde eles moravam, no Madre Germana II, que eles tinham um relacionamento de rua, de vizinhos, mas não tinham uma relação mais profunda”, afirma a delegada Ana Paula Machado.

A defesa de Reidimar ainda não se pronunciou sobre os crimes. O processo contra ele tramita em segredo de Justiça.

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