Hoje é 16 de março de 2026 10:41

PCGO cumpre medidas judiciais em 4 estados contra o tráfico

Organização criminosa é responsável pelo transporte e distribuição de mais de duas toneladas de maconha em Goiás
Droga apreendida em galpão de Aparecida de Goiânia que foi trazida do Paraná escondida em carga legal de farinha // Fotos: PCGO

A Polícia Civil de Goiás deflagrou nesta terça-feira (27/1) a operação Fora de Rota. A ação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa interestadual responsável pelo transporte e distribuição de mais de duas toneladas de maconha em Goiás.

A operação cumpriu mandados judiciais e determinou o bloqueio de bens dos suspeitos. As diligências, de caráter integrado, ocorreram simultaneamente em Goiás e em outros três estados: no Piauí, na capital Teresina; no Pará, nos municípios de Conceição do Araguaia e Canaã dos Carajás; e na Bahia, na cidade de Capim Grosso.

Ao todo, foram cumpridas 28 medidas judiciais contra 10 investigados na operação, denominada Fora de Rota. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 3 milhões em bens e valores pertencentes aos alvos da investigação.

Segundo a Polícia Civil de Goiás, dez pessoas são investigadas por integrar a organização. O número total de presos ainda não foi divulgado.

A investigação teve início após uma grande apreensão de drogas em meados de 2024. A carga foi encontrada em um galpão na cidade de Aparecida de Goiânia.

Nas diligências, polícia apreendeu com suspeitos mais drogas e objetos utilizados no tráfico

A droga havia sido transportada do estado do Paraná para Goiás, ocultada em meio a uma carga lícita de sacos de farinha.

“Um dos investigados presos é natural do estado do Piauí e foi capturado no estado da Bahia, enquanto a equipe da Polícia Civil do Piauí realizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão em um endereço ligado ao investigado, no bairro Teresina Sul, na Zona Sul da capital”, informou o delegado Samuel Silveira, da

Entre os alvos da operação estão o motorista e o batedor da carga. Também são investigados os responsáveis pela logística, pelo galpão de apreensão, os distribuidores do entorpecente e o apontado como proprietário da carga ilícita.

Os nomes dos investigados não foram divulgados pela polícia.

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