Hoje é 23 de maio de 2024 21:41
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Servidores administrativos da educação de Goiânia encerram greve

Categoria aceitou proposta de reajuste no auxílio locomoção e promessa da prefeitura de enviar à Câmara Municipal, em 2025, o plano de carreira
Decisão de retornar ao trabalho foi tomada durante assembleia da categoria, na manhã desta segunda-feira, em frente ao Paço Municipal // Reprodução PORTAL NG

Os servidores administrativos da rede municipal de Educação de Goiânia suspenderam a greve. A decisão de voltar ao trabalho foi tomada durante assembleia da categoria, na manhã desta segunda-feira (18/3), em frente ao Paço Municipal.

A categoria aceitou proposta feita pela prefeitura, que prevê reajuste de R$ 350 no auxílio locomoção e rapidez no andamento dos processos administrativos com o pagamento em dois lotes. Além desses dois pontos, a prefeitura também se comprometeu a cumprir o acordo, firmado junto ao Tribunal de Justiça de Goiás, de que o Plano de Carreira da categoria será o primeiro projeto de reestruturação de carreira a ser enviado à Câmara Municipal em 2025.

A greve durou 21 dias e levou transtorno a pais de alunos, que, em muitas unidades educacionais, não puderam deixar o filho na escola. O retorno às atividades será nesta terça-feira (19).

Para não atender às reivindicações da categoria, cuja pauta principal é a reestruturação da carreira com envio do plano de carreira ao Legislativo, a prefeitura alegou não possuir condições financeiras, já que, se atendesse ao pleito, ultrapassaria o limite de gastos com despesas com o funcionalismo permitido na Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Em 21 dias de muita luta, do Sintego e dos administrativos da Rede Municipal de Educação de Goiânia, a greve foi suspensa. A busca do Plano de Carreira continua e a proposta aceita pela categoria”, informou Bia de Lima, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego), após o resultado da assembleia.

“Os administrativos podem contar com o empenho do Sintego em busca de melhores condições de salário e dignidade. Seguimos trabalhando para que o projeto de lei chegue o mais rápido possível na Câmara Municipal”, acrescentou Bia, que é deputada estadual (PT).

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