A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), prendeu em flagrante um investigado por armazenamento de material de exploração sexual infantil durante uma operação realizada nesta quarta-feira (13/5), em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal.
A ação foi desencadeada após investigações apontarem indícios de compartilhamento e armazenamento de arquivos digitais contendo cenas de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.
Com base nas informações obtidas durante a apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão, além da quebra telemática de dispositivos eletrônicos utilizados pelo suspeito.
Durante a operação, os policiais civis realizaram perícia preliminar no aparelho celular do investigado. Segundo a PCGO, diversos arquivos com conteúdo pornográfico envolvendo menores de idade foram localizados na memória de um aplicativo instalado no dispositivo móvel.
A descoberta do material ilícito resultou na prisão em flagrante do suspeito ainda durante o cumprimento da diligência. Após os procedimentos legais na delegacia, ele foi encaminhado ao sistema prisional de Luziânia, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
Investigação apura se houve compartilhamento do conteúdo criminoso
A Polícia Civil não divulgou a identidade do investigado, em conformidade com as normas legais aplicadas a esse tipo de investigação. O caso segue em apuração para verificar se houve também compartilhamento do conteúdo criminoso em plataformas digitais ou participação de outros envolvidos.
Segundo a DERCC, o trabalho integra as ações permanentes de combate aos crimes cibernéticos praticados contra crianças e adolescentes, especialmente os relacionados à exploração sexual infantil na internet. A corporação reforçou que o monitoramento de atividades suspeitas em plataformas digitais ocorre de forma contínua, utilizando ferramentas de inteligência e cooperação com órgãos especializados.
A PCGO destacou ainda que denúncias envolvendo crimes virtuais contra menores podem ser realizadas de forma anônima e são fundamentais para auxiliar no rastreamento de criminosos e na proteção de vítimas.
A corporação reafirmou o compromisso institucional no enfrentamento a esse tipo de crime, reforçando o lema “investigar para proteger”.

