A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (30/7), aponta o avanço do governador Daniel Vilela (MDB) na disputa pelo Palácio das Esmeraldas. No cenário estimulado de primeiro turno, o emedebista subiu de 33% em abril para 37%, ampliando de 12 para 16 pontos a vantagem sobre o segundo colocado, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que manteve os mesmos 21%.
Wilder Morais (PL) aparece na terceira posição, oscilando de 9% para 11%. Na sequência, estão Luis Cesar Bueno (PT), com 3%, e Cíntia Dias (PSol), com 1%. Luciana Amorim (UP) não pontuou. Indecisos somam 20%, enquanto brancos, nulos ou abstenções representam 7%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
A Quaest também simulou dois confrontos de segundo turno, ambos com folgada liderança do atual governador. Em uma disputa direta com Marconi Perillo, Daniel Vilela soma 52% contra 28% do tucano — uma diferença de 24 pontos. Diante de Wilder Morais, a vantagem do emedebista sobe para 38 pontos, alcançando 54% contra 16% do pré-candidato do PL.
Além de liderar as intenções de voto, Daniel Vilela apresenta a maior fidelidade entre os eleitores. Do total que declara apoio ao governador, 57% afirmam que a escolha é definitiva. O índice de voto consolidado cai para 51% no eleitorado de Wilder, 50% no de Luis Cesar Bueno e 43% no de Marconi Perillo, que tem 56% de apoiadores dispostos a mudar de opção até o dia do pleito.
A pesquisa Quaest ouviu 1.104 eleitores presencialmente em Goiás entre os dias 24 e 28 de julho. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-08063/2026 e GO-01701/2026.
Emedebista é o menos rejeitado
Outra vantagem de Daniel Vilela apontada pela pesquisa Quaest é o menor índice de rejeição entre os pré-candidatos ao governo. Dos entrevistados, 20% afirmam que conhecem o emedebista, mas não votariam nele, percentual inferior aos 46% registrados por Marconi Perillo e próximo dos 21% de Wilder Morais. Ao mesmo tempo, Daniel reúne o maior potencial de voto: 50% dizem conhecê-lo e consideram votar nele, contra 38% de Marconi e 17% de Wilder.

