A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), por meio da 2ª Delegacia de Polícia de Aparecida de Goiânia, cumpriu nesta quinta-feira (29/10) mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra uma mulher de 31 anos. A investigada é suspeita de praticar estelionato na comercialização de materiais de construção no município.
As investigações apontam que a suspeita se apresentava como representante comercial e oferecia os insumos pelo aplicativo WhatsApp. Após negociar valores e prazos, ela solicitava pagamentos antecipados via Pix, mas não efetuava a entrega das mercadorias compradas.
Para dar aparência de legitimidade às transações e enganar os clientes, a investigada utilizava o nome de uma empresa cujo cadastro no CNPJ já constava como baixado junto aos órgãos oficiais. Até o momento, as autoridades identificaram seis vítimas lesadas pelo esquema.
Durante as buscas na residência da investigada, as equipes policiais apreenderam aparelhos celulares e materiais eletrônicos. Os objetos recolhidos passarão por perícia técnica para auxiliar no aprofundamento das apurações e identificar novos lesados. A mulher foi encaminhada ao sistema prisional e segue à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil alerta que golpistas usam dados de empresas inativas para exigir pagamentos urgentes. Para evitar fraudes, a orientação é conferir a situação do CNPJ na Receita Federal, verificar se os dados bancários do destinatário correspondem ao vendedor e consultar o extrato bancário em vez de confiar apenas em comprovantes enviados por mensagem.

